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Não vai ser fácil mas é preciso: será que está viciado no telemóvel? Responda a estas perguntas para ter a certeza

Os 5 melhores telemóveis no mercado
Sandra M. Pinto

Atualmente o risco de estarmos a deixar que as distrações digitais interfiram negativamente com o nosso bem-estar e com os nossos relacionamentos é bastante real.

O vicio digital acontece e muitas pessoas sofrem com isso.

Os exemplos deste problema são vários. Em média tocamos diariamente no nosso telemóvel 2 600 vezes. Sentimos um pânico enorme sempre que nos esquecemos do telemóvel; e a simples ideia de receber uma notificação a qualquer altura pode-nos distrair completamente.

Por outro lado, temos que saber reconhecer os impactos positivos desta tecnologia e desta maior conectividade. Hoje em dia conseguimos manter um contacto mais frequente com amigos e familiares que vivam longe de nós. Muitas vezes conseguimos inclusive conectar-nos sem usar palavras, usamos GIF´s, emojis e outras imagens para exprimirmos melhor os nossos sentimentos. Mas será que toda esta conveniência e facilidade nos tornou dependentes destes dispositivos móveis?

Afinal como saber se estamos realmente viciados?

Ora de acordo com os especialistas, para sabermos a resposta a esta pergunta deveremos responder a duas questões-chave para avaliar a nossa situação:

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1. O que estamos a fazer com o tempo que gastamos a olhar para o telemóvel? E isso é consistente com os nossos valores e prioridades?

Se sentir que os seus filhos e você estão a conseguir aproveitar o tempo que passam a olhar para o écran, sem comprometer as horas de sono, as interações face-a-face ou o trabalho/escola, então provavelmente não terá muito que se preocupar.

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Tente dar atenção a este “equilíbrio”. Existem inclusive algumas aplicações e definições de telemóvel capazes de ajudar nesta tarefa, limitando as horas em que o seu ecrã pode estar ligado.

 

2. De que forma pode o uso do seu telemóvel estar a afetar o resto da sua vida e a limitar outras experiências?

A mera proximidade de um telemóvel a si pode afetar a sua concentração no trabalho ou enfraquecer a sua capacidade de estabelecer ligações importantes com os outros.

Estudos recentes indicam que as pessoas não são assim tão boas a fazer muitas coisas simultaneamente (o chamado “multitasking”). Acabamos por prejudicar a atenção que damos às várias tarefas ao invés de nos concentrarmos apenas numa. Esta situação acaba por gerar maiores erros, sobretudo ao concluir tarefas de trabalho.

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Conclusão

Abandonar por completo os nossos telemóveis não é algo realista (nem desejável). A verdade é que a Sociedade avançou e os dispositivos móveis são agora um “pilar” essencial. No entanto, ganhar alguma consciência e perceber exatamente quando deverá fazer pausas e largar o telemóvel, pode ser fundamental para assegurar o seu bem-estar a longo prazo.