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SIDA: «A ignorância em relação às formas de transmissão está na origem da discriminação destes doentes», Fausto Roxo, coordenador do Núcleo de Estudos da Doença VIH da SPMI

Sandra M. Pinto

Já passaram mais de 40 anos sobre o diagnóstico do primeiro caso de infecção pelo VIH em Portugal.

Em 1988, o dia 1 de dezembro seria instituído pela Organização Mundial de Saúde e pela a Assembleia Geral das Nações Unidas como o Dia Mundial de Luta contra a SIDA.

Em 2024, continuamos a querer assinalar esta data por muitas e diversas ordens de razão. «Há questões a que não podemos fugir e cujas respostas não são as que mais gostaríamos de dar», começa por referir em entrevista à Forever Young, o médico e coordenador do Núcleo de Estudos da Doença VIH da Sociedade Portuguesa Medicina Interna, Fausto Roxo.

«O desconhecimento em relação às formas de transmissão e de prevenção continua a gerar comportamentos de risco que seriam evitáveis», alerta o especialista, acrescentado que «continuam a aparecer nas nossas consultas novos casos de doença VIH, muitos em estádios avançados, o que significa que a cadeia de transmissão não foi cortada e a testagem é insuficiente».

Veja a entrevista aqui: