Uma viagem musical pelos êxitos que definiram duas décadas — dos protestos e disco dos anos 70 à explosão pop dos anos 80. Saiba por que ainda hoje tocam nas nossas emoções.
- “I Will Survive” – Gloria Gaynor (1978)
Um verdadeiro hino de resiliência e empoderamento feminino que se tornou símbolo da comunidade LGBTQ+ e da cultura disco. Foi incluído no Registo Nacional de Gravações dos EUA por seu valor cultural e continua a ser ouvido em festas e celebrações. - “Dancing Queen” – ABBA (1976)
Um clássico atemporal da disco/pop que encapsula a alegria juvenil e a euforia de dançar. Escolhido como uma das melhores canções dos anos 70 e o único êxito do ABBA no top **Rolling Stone 500 Greatest Songs** . - “(I Can’t Get No) Satisfaction” – The Rolling Stones (1965/70s continuações)
Um riff icónico que moldou o rock e permanece um dos hooks mais reconhecidos da história da música, frequentemente citado em rankings das melhores canções de sempre. - “Celebration” – Kool & the Gang (1980)
Banda sonora de celebrações globais, a canção chegou ao nº 1 na Billboard e foi incluída no National Recording Registry dos EUA como património cultural. - “Everybody Wants to Rule the World” – Tears for Fears (1985)
Símbolo da era synth‑pop dos anos 80, com críticas subtis ao poder e à corrupção. Atingiu o topo em vários países e continua relevante em contextos sociais e políticos . - “I Wanna Dance with Somebody (Who Loves Me)” – Whitney Houston (1987)
Um dos temas pop mais icónicos dos anos 80, que venceu Grammys e foi recentemente eleito como a canção pop mais definidora da década. - “Another One Bites the Dust” – Queen (1980)
Funk rock com groove marcante e apelo crossover entre rock e dance, continuando a ser usado em filmes e eventos esportivos até hoje. - “Hungry Like the Wolf” – Duran Duran (1982)
Representa a revolução do new wave e do vídeo musical como ferramenta artística, elevando os Guns do MTV era. - “Don’t Stop Believin’” – Journey (1981)
Hino de esperança que ganhou nova vida com séries de streaming e memes, a sua popularidade ressurgiu nas novas gerações. - “Super Trouper” – ABBA (1980)
Um marco do pop ainda no início dos anos 80, unindo melodias suaves e letras sobre fama, palco e solidão – e mantém-se popular em cover e nostalgia de fim de festival.
A música dos anos 70 e 80 combinou inovação técnica, ativismo social, performance visual e melodias inesquecíveis. Estas canções continuam a ressoar — seja pela nostalgia, seja pela força do seu significado cultural.