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Além de muito saborosa, a gastronomia deste país previne o envelhecimento cerebral e a demência, diz estudo

Padrão alimentar dos japoneses é rico em vitaminas e antioxidantes

15 Junho 2024
Sandra M. Pinto

Além de deliciosa, a comida japonesa faz bem ao cérebro, segundo os investigadores do Centro Nacional de Geriatria e Gerontologia do Japão. Num estudo publicado no Nutrition Journal, a dieta baseada em peixe, chá, soja e cogumelos atrasa o envelhecimento cerebral, reduzindo o risco de demências.

A dieta tradicional japonesa é baseada em peixes, mariscos, arroz, soja, chá verde, frutas cítricas, cogumelos, algas marinhas e picles. A combinação é rica em vitaminas, polifenóis, fitoquímicos e ácidos gordos bons, que ajudam o corpo a combater inflamações.

Nesse período, o primeiro grupo (com 589 voluntários) seguiu uma dieta tradicional japonesa, enquanto o segundo (com 697 voluntários) seguiu uma dieta ocidental típica – com carboidratos refinados, alimentos ricos em gordura, carne vermelha, bebidas alcoólicas e refrigerantes – e o terceiro (com 350 pessoas) teve uma dieta baseada em vegetais.

Os participantes fizeram exames de ressonância magnética duas vezes ao longo do período para que os cientistas pudessem avaliar a perda de tecido cerebral ao longo do tempo.

Esse processo, conhecido como atrofia cerebral associada à idade, é um marcador importante de demência. Descobriram que os adeptos da dieta japonesa tiveram níveis mais baixos de atrofia cerebral, o encolhimento característico da demência, do que as submetidas à dieta ocidental.

 

«Adotar elementos da dieta tradicional japonesa e incluir alimentos como peixe, frutos do mar, soja, misso, algas marinhas e cogumelos shitake pode não apenas ajudar a melhorar a função cognitiva, mas também a saúde geral», revelam os investigadores.

Os fitoestrogénios, conhecidos como estrogénios vegetais, são compostos semelhantes à hormona sexual feminino estrogénio, encontrado principalmente em plantas.

Estudos anteriores do Instituto de Pesquisa do Envelhecimento e da Doença de Alzheimer apoiam a ideia de que o aumento da ingestão de estrogénios vegetais poderia ajudar as mulheres a combater os efeitos cumulativos do stresse no corpo.

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