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Alopecia androgenética: descubra como tratar a queda de cabelo crónica

Sandra M. Pinto

Doença que ainda não tem cura definitiva

A alopecia androgenética, também conhecida como calvície padrão, é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

A alopecia é uma doença inflamatória que provoca a queda de cabelo. Trata-se de uma uma condição genética e hereditária, mais frequente em homens. No entanto, também pode atingir as mulheres.

A sensibilidade dos folículos capilares às hormonas andrógenas, em especial a testosterona, é a principal causa da queda de cabelo.

Na alopecia androgenética, os folículos capilares gradualmente encolhem e diminuem a produção de fios de cabelo saudáveis. Isso resulta numa redução progressiva na densidade capilar, afetando principalmente a região do topo da cabeça.

A alopecia androgenética não tem cura definitiva. Contudo, é possível recuperar a autoestima e a qualidade de vida com algumas formas de tratamento. Existem opções terapêuticas disponíveis, como medicamentos tópicos, terapias a laser e transplante capilar, que podem ajudar a retardar a progressão da queda de cabelo e estimular o crescimento dos fios.

A carboxiterapia e a fotobiomodulação são hoje as terapias mais procuradas e eficientes para o tratamento.

A carboxiterapia é uma técnica que consiste na infusão de gás carbónico medicinal através de agulhas subcutâneas. Isso promove um potente efeito vasodilatador direto, melhorando a circulação local e aumentando a oxigenação e o suprimento de nutrientes para o folículo.

A técnica aumenta os níveis de fatores de crescimento endotelial, que desempenham um papel importante na proliferação celular, resultando na formação de novos capilares e estimulando o folículo piloso a promover o crescimento capilar.

Já a fotobiomodulação consiste na emissão de diferentes fontes de luz, como laser e LED, que proporcionam efeitos celulares.