Cinco razões para visitar as Astúrias (ainda este verão)

Sítios onde dar uso à máquina fotográfica não lhe faltam.

Farto da rotina? Não hesite: faça-se à estrada rumo às Astúrias, um paraíso mesmo aqui ao lado. É uma opção acessível, digna de capa de revista e rica em programas na terra e no mar.

Precisa de mais motivos? A FlixBus, operador de transporte rodoviário de longa distância, dá-lhe cinco razões para visitar esta região, ainda este verão.

1. Parque Nacional dos Picos da Europa
Uma formação montanhosa dividida em três grandes maciços alberga o Parque Nacional dos Picos da Europa, cujos cumes ultrapassam os 2600 metros. As altitudes que atingem alguns dos “picos” tornam as paisagens dos Lagos de Covadonga Enol e Ercina inesquecíveis e fazem deste um lugar de culto para os apaixonados por natureza e trilhos: das grutas para explorar aos ursos e lobos que aqui habitam. Cangas de Onís pode ser a referência ideal para pernoitar na zona e desfrutar das diversas atividades que oferece o rio Sella.

2. Degustar sidra (como manda a tradição)
É impossível ficar indiferente à cerimónia envolvente quando se pede sidra na região: aqui os maestros escanciadores são os únicos responsáveis por servir a bebida à base de maçã: esticando os dois braços em diferentes direções, criando uma distância que é igual à amplitude dos membros, e fazendo cair a sidra para o copo que fica cá em baixo. A regra: beber de um trago, a única forma de saborear por completo a bebida enquanto não desaparece o gás que se formou ao servir.

3. Gijón e o mar cantábrico

A Costa Litoral das Astúrias desenha em Gijón inúmeras praias banhadas pelo mar cantábrico. Uma das mais famosas, a Praia de São Lourenço, estende-se por um quilómetro e meio e a Escalerona, que liga o areal à marginal por entre escadas de pedra, tornou-se marco para quem visita a cidade. Na cidade também se pode viajar no tempo com uma visita ao Museu das Termas Romanas ou descer ao fundo do mar para conhecer as mais de cinco mil espécies presentes no Aquário da cidade.

4. Gastronomia, da fabada aos produtos locais, sem esquecer a doçaria
Embora não seja o prato mais apelativo na época estival, a fabada asturiana é um clássico na região que junta feijão ao compango, uma mistura de carnes e enchidos da zona. Da montanha chega o queijo cabráles, um queijo azul preparado a partir de leite cru de vaca ou da mistura de ovelha, cabra e vaca que pode ser consumido assim mesmo ou combinado com outras iguarias: das croquetas, às patatas ou ao cachopo (uma espécie de “panado” recheado) este é um dos sabores fortes e inconfundíveis das Astúrias. Por último, mas não menos importante, são de ressalvar os arbayones, princesitas e moscovitas como alguns exemplos de doces típicos da região.

5. Arquitetura, de Roma à era moderna
A mais icónica estrutura arquitetónica pode ser visitada em Avilés e é a única obra do brasileiro Óscar Niemeyer em Espanha. O Centro Niemeyer tornou-se espaço de visita obrigatória na região e não deixa dúvidas quanto à autoria, relembrando os trabalhos do arquiteto na cidade natal Brasília. Mas a arquitetura asturiana não fica por aqui: de realçar os vestígios da época romana em Gijón, das mencionadas termas às muralhas; da época medieval destaque para a grande presença do românico e alguns traços góticos como a Catedral de Oviedo. Já na era moderna, o destaque vai para a Universidade de Oviedo como exemplo do Renascimento asturiano.

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