A depilação a laser de díodo tornou-se uma opção procurada por quem quer reduzir o crescimento do pelo e deixar de depender frequentemente da lâmina, da cera ou do creme depilatório. Ainda assim, persistem algumas dúvidas: quantas sessões são necessárias? Dói? Funciona em todas as peles? E qual é a diferença em relação ao alexandrite, ao Nd:YAG e à luz pulsada?
A resposta depende da cor e da espessura do pelo, do tom da pele, da zona tratada e de fatores hormonais. Uma avaliação prévia é essencial para definir expectativas realistas e escolher os parâmetros adequados.
O que é a depilação a laser de díodo?
O laser de díodo emite luz, geralmente entre 800 e 810 nanómetros, que é absorvida pela melanina do pelo e transformada em calor. Essa energia atinge o folículo e danifica as estruturas responsáveis pelo crescimento.
Ao contrário da lâmina, que corta o pelo à superfície, o laser atua no folículo e pode produzir uma redução duradoura do pelo. No entanto, não elimina todos os pelos numa única sessão: é necessário que estejam na fase ativa de crescimento para responderem ao tratamento.
Uma opção especializada é a Láserum, rede dedicada à depilação a laser de díodo. Antes de marcar, confirme as condições atuais, o equipamento utilizado e a necessidade duma avaliação.
Quais são as principais vantagens?
Com várias sessões, os pelos tendem a nascer mais finos, mais espaçados e em menor quantidade. O tratamento pode reduzir a frequência da depilação, ajudar a diminuir os pelos encravados e poupar tempo na rotina. As ponteiras com arrefecimento também tornam a experiência mais confortável.
O resultado não é igual para todas as pessoas. Pelos brancos, grisalhos, ruivos ou louros muito claros têm pouco pigmento e podem responder pouco. Nas zonas influenciadas por hormonas, como o buço e o queixo, podem ser necessárias sessões de manutenção.
O alexandrite é frequentemente associado a peles claras, enquanto o Nd:YAG pode ser considerado em peles mais escuras. A luz pulsada não é laser e funciona com um espectro diferente. A escolha deve partir sempre da avaliação da pele e do pelo.
Quantas sessões são necessárias e dói?
Para zonas do corpo, são frequentemente indicadas seis a oito sessões, com intervalos de quatro a oito semanas. O rosto pode exigir mais sessões. Estes valores são apenas orientadores e devem ser adaptados ao crescimento do pelo.
A sensação é geralmente descrita como uma picada breve ou um pequeno estalido de calor. Axilas, virilhas e buço tendem a ser mais sensíveis; pernas e braços costumam ser mais toleráveis. O desconforto pode diminuir à medida que o pelo rareia.
Que cuidados são necessários?
Antes da sessão, rape a zona conforme as instruções da clínica e evite cera, pinça, epilador, sol intenso e autobronzeador. A pele deve estar limpa, sem cremes nem desodorizante. Depois, pode surgir vermelhidão ou calor durante 24 a 48 horas. Evite água muito quente, sauna, exercício intenso e exposição solar. Entre sessões, pode rapar, mas não deve arrancar o pelo pela raiz.
O laser de díodo pode simplificar a rotina, desde que seja feito com avaliação, equipamento adequado e expectativas honestas. A pele também tem o seu tempo: respeitá-lo faz parte do tratamento.











