Num vídeo publicado no seu Instagram, a religiosa falou sobre o processo de quimioterapia localizada que está a fazer.
A Monja não revelou qual o seu tipo de cancro de pele. Regra geral, dividem-se em não-melanoma e melanoma. Os do segundo tipo são os mais raros e agressivos, pois são capazes de gerar metástases, ou seja, de se espalhar de forma maligna para outros órgãos.
Veja os principais sinais do cancro de pele:
- Lesões que não cicatrizam há mais de um mês;
- Sinais que mudam de tamanho, cor ou geram algum desconforto, como dor ou comichão;
- Sinais na palma das mãos e planta dos pés;
- Sinais que surgem na fase adulta;
- Lesões em geral que magoam ou incomodem;
- Histórico de casos de cancro de pele na família.
Apesar de ser um problema de saúde que pode afetar qualquer pessoa, há perfis que são mais propensos ao desenvolvimento da doença, tais como: ter pele, cabelos e olhos claros, histórico familiar da doença, ser portador de múltiplos sinais pelo corpo, ser paciente imunossuprimido e/ou transplantado.
Segundo especialistas, é importante investigar sempre que um sinal apresentar assimetria, borda áspera ou irregular, duas ou mais cores, ter diâmetro superior a seis milímetros, ou mudar de tamanho com o tempo. Todos esses indícios podem indicar a presença de um melanoma
Os primeiros sinais de não-melanoma tendem a ter aparência de um caroço, mancha ou ferida descolorida que não cicatriza e continua a crescer. Além disso, pode ter ainda aparência lisa e brilhante e/ou ser parecido com uma verruga
O sinal pode causar comichão, crostas, erosões ou sangramento ao longo de semanas ou até mesmo anos. Na maioria dos casos, é vermelho e firme e pode se tornar uma úlcera. As marcas são parecidas com cicatrizes e tendem a ser achatadas e escamosas
Quanto mais cedo for feito o diagnóstico , maiores são as hipóteses de cura e de manter a qualidade de vida dos doentes.