Escolher um presente pode ser um verdadeiro dilema. Ninguém quer parecer pouco generoso, mas gastar demasiado também pode causar desconforto no recetor. Afinal, quanto deve gastar num presente para encontrar o equilíbrio certo? Especialistas em etiqueta e consumo dão algumas pistas.
O valor não é tudo
Mais importante do que o preço é a intenção. Um presente escolhido com atenção e significado é geralmente mais valorizado do que algo caro mas impessoal. Por vezes, um livro bem pensado ou uma experiência podem ter mais impacto do que um objeto dispendioso.
O contexto conta
- Aniversários: valores moderados, que demonstrem carinho sem exagero.
- Casamentos: costuma-se investir mais, pois é uma ocasião única. Muitos casais sugerem contribuições para viagens ou projetos.
- Presentes de trabalho: geralmente simples e simbólicos, para não criar constrangimentos.
- Família próxima: aqui o valor pode ser mais flexível, mas sempre ajustado à realidade financeira.
Regras práticas
Não existem valores fixos, mas algumas recomendações podem ajudar:
- Ofereça algo dentro das suas possibilidades, sem se sentir pressionado.
- Pense no gosto da pessoa: personalização é mais importante que preço.
- Se for em grupo, combinar um valor comum evita desigualdades.
Quando gastar demasiado pode ser negativo
Um presente muito caro pode deixar o recetor desconfortável ou sentir-se em dívida. Por isso, gastar mais não significa necessariamente agradar mais.
Dicas criativas
Presentes feitos à mão, fotografias personalizadas, vouchers de experiências ou até cozinhar algo especial podem ser alternativas mais económicas e com grande valor sentimental.