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Presentes: quanto gastar sem parecer de menos (nem de mais)

28 Agosto 2025
Forever Young

Oferecer presentes pode ser um desafio: gastar pouco pode parecer desleixo, gastar demasiado pode causar desconforto. Descubra como encontrar o equilíbrio certo.

Escolher um presente pode ser um verdadeiro dilema. Ninguém quer parecer pouco generoso, mas gastar demasiado também pode causar desconforto no recetor. Afinal, quanto deve gastar num presente para encontrar o equilíbrio certo? Especialistas em etiqueta e consumo dão algumas pistas.

O valor não é tudo

Mais importante do que o preço é a intenção. Um presente escolhido com atenção e significado é geralmente mais valorizado do que algo caro mas impessoal. Por vezes, um livro bem pensado ou uma experiência podem ter mais impacto do que um objeto dispendioso.

O contexto conta

  • Aniversários: valores moderados, que demonstrem carinho sem exagero.
  • Casamentos: costuma-se investir mais, pois é uma ocasião única. Muitos casais sugerem contribuições para viagens ou projetos.
  • Presentes de trabalho: geralmente simples e simbólicos, para não criar constrangimentos.
  • Família próxima: aqui o valor pode ser mais flexível, mas sempre ajustado à realidade financeira.

Regras práticas

Não existem valores fixos, mas algumas recomendações podem ajudar:

  • Ofereça algo dentro das suas possibilidades, sem se sentir pressionado.
  • Pense no gosto da pessoa: personalização é mais importante que preço.
  • Se for em grupo, combinar um valor comum evita desigualdades.

Quando gastar demasiado pode ser negativo

Um presente muito caro pode deixar o recetor desconfortável ou sentir-se em dívida. Por isso, gastar mais não significa necessariamente agradar mais.

Dicas criativas

Presentes feitos à mão, fotografias personalizadas, vouchers de experiências ou até cozinhar algo especial podem ser alternativas mais económicas e com grande valor sentimental.