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No Dia do Sexo tiramos uma dúvida: será verdade que os homens gostam mais de sexo do que as mulheres?

Sandra M. Pinto

Os especialistas respondem.

Embora existam argumentos biológicos (e antropológicos) para existir esse mito, na realidade, a questão não encontra base científica sólida que a justifique.

Se analisarmos a questão de um ponto de vista biológico, verificamos que desde sempre era o elemento masculino que precisava de atrair a atenção das mulheres de maneira a garantir a sobrevivência da espécie.

Cientificamente, como referem os especialistas, a testosterona, considerada a principal hormona ligada ao desejo sexual em ambos os géneros, é mais predominante no homem.

E se olharmos para aquilo que é culturalmente considerado normal, rapidamente verificamos que que ao homem é exigido que esteja sempre preparado para o ato. O que nem sempre acontece.

Todas estas razões juntas criaram ao logos dos tempos o verdadeiro mito de que os homens sentem sempre mais vontade de ter sexo do que as mulheres.

A verdade é que, no fundo, o desejo sexual varia muito de pessoa para pessoa, pelo que é mito a ideia de que os homens gosta de ter sexo todos os dias e as mulheres não.

Outro fator que pode variar é a forma como os géneros expressam essa essa necessidade. É verdade, que homens e mulheres podem ou não conseguir expressar livremente seus desejos e isso também inclui o sexual. Na realidade esta pode, efetivamente, ser uma grande diferença entre homens e mulheres, uma vez que quando se fala de desejo as as mulheres são culturalmente mais reprimidas!

Outro aspeto a ter em atenção reside no fato de os homens serem muito mais visuais: basta verem a mulher com uma roupa mais atarente ou numa posição que eles considerem mais erótica para ficarem com “vontade”.

Já nos caso da mulehr é complemente diferentes (pelo menos quase sempre é). A mulher precisa de ter privacidade, sentir-se amada, desejada, cortejada, respeitada e receber estímulos que espoletem a vontade.

Assim é verdade que no caso da mulher, todo o ambiente cultural, familiar e social em que ela cresceu tem enorme influência quando o assunto é sexo.

Resumindo: a vontade depende de cada indivíduo e não com o fato de ser homem ou mulher.