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Afinal, o que valorizam mais os portugueses nas compras de equipamentos para a casa?

21 Outubro 2020
Forever Young

A tendência para ser clara: cada vez mais eletrodomésticos e menos móveis

Há sinais de retoma nas intenções de consumo dos pequenos eletrodomésticos: em relação a Junho, verifica-se uma subida de 2% nesta categoria, de acordo com o Observador Cetelem Habitação. Os portugueses tencionam gastar, em média, 74,86% neste tipo de produtos. No que aos grandes eletrodomésticos diz respeito, também se nota um valor elevado, uma vez que a média chega aos 357,65 euros.

No sentido inverso, as intenções de gastos referentes a equipamentos de imagem e som caíram 1% e no campo de obras/remodelações recuaram 4%. No que a móveis e decoração diz respeito, a quebra é ainda maior: menos 5%.

O mesmo relatório indica, que de forma generalizada, os portugueses preferem lojas de grandes superfícies (90%) para realizar compras pra a casa. Ainda assim, o pequeno comércio ganha renovada expressão para a aquisição de acessórios e decoração (23%).

Quanto ao canal online, 15% mostra-se disponível para comprar eletrodomésticos e equipamentos de imagem e som via comércio eletrónico. Na decoração, apenas um terço escolhe os canais online.

Segundo o Observador Cetelem Habitação, somente 2% dos consumidores inquiridos tem planos para mudar de casa até ao fim do ano, sendo que atualmente 72% reside em apartamentos, 15% numa moradia com espaço exterior e 12% em moradia sem espaço exterior.

Ainda sobre investimento na habitação, 13% pretende equipar ou substituir equipamentos em casa, sendo que a cozinha é o principal foco (44%). Seguem-se a sala (33%) e os quartos (14%).

Redecorar e remobilar estes espaços também está nos planos dos portugueses (3%), de acordo com o estudo: sala (52%), cozinha (30%) e quartos (27%). Para fazer obras (2%), as divisões privilegiadas são a cozinha (55%), os quartos e a casa de banho (18% cada).