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Coma picante e viva mais tempo: quem o diz é este estudo

De acordo com as conclusões preliminares de um estudo apresentado na American Heart Association`s Scientific Sessions 2020, os fãs de comida picante – e em particular de malaguetas – podem estar inconscientemente a contribuir para a sua longevidade.

8 Maio 2024
Sandra M. Pinto

Tal como reporta o jornal Independent, apesar de anteriormente serem já conhecidos os benefícios das propriedades da malagueta, tais como o efeito anti-inflamatório, antioxidante, para o nosso organismo, este é o primeiro estudo que afirma existir “uma redução significativa no risco de morte provocada por doenças cardiovasculares ou cancro” para os indivíduos que consomem mais capsaicina – “agente” responsável pelo sabor picante das malaguetas.

Com o objetivo de melhor entender os efeitos deste ingrediente para a saúde dos indivíduos, a equipa de investigação analisou mais de 4,729 estudos, incluído 4 trabalhos em particular que evidenciaram os benefícios para a saúde estimulados pelo consumo de pimentos picantes.

Isto permitiu que os investigadores tivessem acesso aos dados médicos de mais de 570,000 pessoas, residentes em países como os EUA, Itália, China e Irão. Podendo depois comparar os resultados dos indivíduos que consumiam malaguetas com os que raramente (ou nunca) ingeriam este tipo de alimentos.

Os resultados foram reveladores. Os consumidores de malaguetas apresentam uma mortalidade associada a problemas cardiovasculares 26% mais reduzida, quando comparado com os indivíduos que comem raramente (ou nunca) este tipo de alimentos. No caso da mortalidade associada a casos de cancro a mortalidade é 23% menor.

Apesar destas evidências, a equipa responsável pelo estudo revela que são ainda necessários mais estudos adicionais para comprovar com exatidão estas conclusões preliminares. Neste momento é ainda impossível concluir que o consumo de malaguetas está diretamente associado a uma redução da taxa de mortalidade pois não são ainda conhecidas “as razões e mecanismo que podem explicar estas conclusões preliminares”.

A equipa irá continuar a avaliar e analisar os dados recolhidos, com a esperança de poder publicar no futuro um parecer cientifico mais conclusivo.

 

 

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