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Óbito : Pianista Maurizio Pollini morre aos 82 anos

Forever Young

Nascido em Milão, e uma referência na vida do Teatro alla Scala, a lenda do piano atuou pelo menos em três momentos em Portugal.

O pianista italiano Maurizio Pollini, considerado um virtuoso de Chopin e Beethoven, morreu hoje aos 82 anos, anunciou o Teatro alla Scala de Milão.

 

O pianista tinha cancelado uma série de concertos nos últimos anos devido a problemas de saúde.

 

Para a sala de ópera La Scala, Maurizio Pollini foi “um dos grandes pianistas do nosso tempo e um ponto de referência fundamental na vida artística do teatro durante mais de cinquenta anos”.

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Entre 1958 e o seu último recital, em fevereiro de 2023, Pollini tocou 168 vezes naquele teatro, além de ter participado num elevado número de conferências e de ‘workshops’ com estudantes.

 

“Pollini foi um intérprete capaz de revolucionar a perceção de compositores como Chopin, Debussy e o próprio Beethoven, bem como de trazer para a ribalta as vanguardas, sobretudo Schönberg, e a música contemporânea”, noticiou a AFP, citando um comunicado do La Scala.

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italiano que, além de ter sido diretor musical do La Scala, foi principal regente da Orquestra Sinfónica de Londres, maestro convidado da Sinfónica de Chicago e diretor musical da ópera estatal de Viena.

 

Maurizio Pollini foi ainda solista da Orquestra Filarmónica de Berlim em 1970.

 

Nos anos 1970, 1980 e 1990 realizou uma série de gravações com a prestigiada editora Deutsche Grammophon — tendo a primeira sido “Três Movimentos de Petrushka” de Stravinsky e a “Sonata nº 7” de Prokofiev, em 1971 -, bem como concertos e digressões.

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Rotulado de “pianista chopiniano” na juventude, Pollini afirmou-se na maturidade com Ludwig van Beethoven, Robert Schumann e Franz Schubert, tendo também sido aclamado pela crítica pelo seu trabalho com Johannes Brahms.

 

Entre outros prémios conquistados ao longo da carreira, consta o “Diapason d´or”, em 2011, com a gravação de “Variações Diabelli” de Beethoven.

Lusa