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O primeiro Continente abriu há 40 anos. Ainda se lembra como foi?

Forever Young

Foi a grande revolução no mundo das compras, quando os portugueses ganharam a possibilidade de adquirir quase tudo num único espaço comercial.

Hoje é difícil de imaginar como seria a vida sem os hipermercados, mas há 40 anos não. Nessa altura havia as mercearias, as lojas de rua e alguns, poucos, supermercados.

Agora, hipermercados, espaços comerciais enormes onde as famílias pudessem entrar e comprar tudo o que precisavam para a vida do dia-a-dia não havia. Até que surgiu o primeiro Continente.

A celebrar 40 anos, era conhecido como o ‘Gigante Baratão’. Localizado em Matosinhos, o impacto da abertura do primeiro hipermercado em Portugal foi tal que a ele chegavam excursões oriundas um pouco de todo o território.

Não será de todo exagero, afirmar que esta foi uma verdadeira “revolução”: era inegável o fascínio e o espanto por parte dos portugueses com a possibilidade de comprar todos os produtos que precisavam para o dia-a-dia no mesmo espaço.

Uma das curiosidades? Devido à enorme afluência de clientes, a entrada no hipermercado era controlada por um colaborador do Continente que, munido de um apito, avisava quando as portas abriam ou fechavam.

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Ocupando uma área total de oito mil metros quadrados, no dia da inauguração o Continente foi de tal forma procurado por parte dos consumidores que teve de fechar várias vezes as portas de modo a que os colaboradores pudessem repor as prateleiras, as quais, de forma rápida, esvaziavam com tanta procura.

No que a números diz respeito, foi na época divulgado que o espaço comercial era visitado diariamente por cerca de 15 mil clientes que ali despendiam em cada compra uma média de 50 euros, ou seja, 10 contos nos valores de então.

A segunda loja da marca viria a abrir portas em 1987, na Amadora. Mais uma vez o acontecimento impactou de forma impressionante como se faziam compras na região de Lisboa.

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Todos os dias eram filas e filas de clientes oriundos de todo o país, sobretudo da região sul, que ali chegavam para ver a grande novidade do consumo em Portugal.

Foto: Facebook Porto Desaparecido