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75% dos portugueses ainda não conhece os seus direitos enquanto passageiros aéreos

61% dos viajantes europeus considera que a regulamentação atual deveria ser mais completa e oferecer maior segurança aos passageiros.

26 Março 2025
Forever Young

Um novo estudo da AirHelp, uma empresa líder mundial em tecnologia de compensação de passageiros aéreos, revelou que ainda há um longo caminho a percorrer para que os passageiros sejam informados dos seus direitos quando um voo é atrasado ou cancelado.

O estudo, que decorreu em vários países europeus, concluiu que 84% dos portugueses sabe da existência de um regulamento que protege os seus direitos enquanto passageiros aéreos – o Regulamento CE 261/2004. Já na Europa essa percentagem baixa aos 78%, com Espanha a ser o país com uma percentagem mais elevada de passageiros a conhecer os seus direitos (89%). Em Portugal, apenas 26% dos inquiridos sabe realmente quando pode reclamar por perturbação no seu voo e como as companhias aéreas devem agir nestes casos.

Já no que se refere à satisfação dos passageiros com as regras europeias31% dos passageiros está satisfeito com os direitos que tem e com a proteção que recebe; 61% diz que gostaria de ver um apoio mais abrangente e melhor para os passageiros. No que diz respeito à nova proposta da União Europeia de alteração do Regulamento 261, cuja principal medida consiste em alargar para cinco horas o tempo mínimo de atraso para se poder receber uma indemnização, apenas 14% dos inquiridos concorda com esta medida ou mesmo com a ausência de indemnização.

Ainda neste estudo, a AirHelp constatou que 60% dos portugueses está disposto a pagar entre um a 20 euros extra caso soubesse que teria direito a uma indemnização em caso de atraso ou cancelamento do seu voo. Já à questão ‘Alguma vez sofreu uma perturbação significativa do voo?’50% dos portugueses respondeu que sim, sendo que 39% experienciou um atraso de voo superior a três horas.

Guia dos Direitos dos Passageiros Aéreos 2025

Um passageiro desinformado tem menos probabilidade de exercer os seus os seus direitos. Assim, e de forma a continuar o seu trabalho na proteção e informação dos passageiros aéreos em relação aos seus direitos, a AirHelp acaba de lançar uma nova versão do seu guia sobre os direitos dos passageiros aéreos. Este documento é um manual prático direcionado aos viajantes que pretende informá-los dos seus direitos e dar coordenadas de como devem reagir caso sejam afetados por atrasos ou cancelamentos de voos. O guia está atualizado com as mais recentes regulamentações do setor sobre os seus direitos e as medidas que devem ser tomadas para a obtenção de uma compensação.

Uma novidade da edição de 2025, tendo em conta a situação nos aeroportos europeus e o aumento do número de greves, é a inclusão de uma secção explicativa para que os passageiros possam saber em que casos podem receber uma compensação financeira se o seu voo for afetado por uma destas paralisações. Neste sentido, caso a greve seja do pessoal da companhia aérea – pilotos, tripulantes de cabine, mecânicos de aeronaves, etc. – o passageiro terá direito a uma indemnização; no entanto, se a greve for de trabalhadores externos – segurança, controladores de tráfego aéreo, bagageiros, outros – a companhia aérea poderá estar isenta do pagamento de indemnizações.

O novo guia é gratuito e está disponível no website da AirHelp, aqui.

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