<br><br><div align="center"><!-- Revive Adserver Asynchronous JS Tag - Generated with Revive Adserver v5.5.0 -->
<ins data-revive-zoneid="25" data-revive-id="6815d0835407c893664ca86cfa7b90d8"></ins>
<script async src="//com.multipublicacoes.pt/ads/www/delivery/asyncjs.php"></script></div>
Partilhar

Gafanhotos, grilos e algas farão parte da alimentação diária num futuro próximo

Impossível? Em 150 anos, bebida de algas e insetos podem fazer parte da dieta
Foto: Pixabay
Forever Young

Massas à base de gafanhotos e farinha de grilo são algumas das previsões de um relatório britânico.

Uma cadeia de supermercados britânica (Sainsbury) financiou um relatório sobre o futuro da alimentação que examinou tendências à escala global e resultados de estudos científicos. O objetivo era descobrir o que os britânicos vão comer e como os alimentos serão produzidos em 2025, 2050 e 2169. Alforreca e farinha à base de grilos são outros exemplos do que se vai poder encontrar nas prateleiras dos supermercados no futuro, de acordo com especialistas em história da alimentação.

Com a sociedade a ficar cada vez mais preocupada com o seu próprio bem-estar e o dos animais, além consciente das fragilidades do nosso planeta, o relatório presume que esta tendência vai continuar a aumentar e as pessoas vão ter essas preocupações (ainda mais) em conta na hora de ir às compras. Já num futuro recente, os especialistas dizem que os menus vão ter menos carne e laticínios e o número de vegetarianos vai aumentar.

Outra das previsões deste relatório para os anos mais recentes é o crescimento da popularidade do mercado de proteínas alternativas em cerca de 25 por cento, além de a bebida de algas ser esperada como o próximo “leite de plantas”.

Cogumelos, caviar de algas e insetos também aumentarão a sua popularidade, de acordo com o relatório. Além da previsão que os clientes podem optar por farinha de grilo e gafanhoto para fazer hambúrgueres e massas, nos próximos cinco anos.

Já em 2050, os alimentos provenientes do meio marítimo também vão sofrer alterações. Por exemplo, em vez de consumir uma dieta com bacalhau, salmão, atum e camarão, o relatório prevê que as alforrecas ganhem um grande destaque na nossa alimentação até 2050.

Continue a ler após a publicidade

Embora existam 50.000 plantas comestíveis no mundo, quase dois terços da nossa alimentação ainda vem de apenas quatro culturas: trigo, milho, arroz e soja. Como resultado, o relatório afirma que os consumidores se voltarão para culturas mais subutilizadas no futuro.

À medida que a tecnologia e a inteligência artificial avançam ao longo dos anos, espera-se que a nutrição se torne mais personalizada em 2169. Manchas adesivas e gotas intravenosas são algumas das maneiras pelas quais a sociedade pode absorver as suas necessidades diárias de micronutrientes em 150 anos.

As pessoas podem mesmo ter microchips pessoais implantados na sua pele que avaliam a sua saúde e enviam os resultados automaticamente, afirmam os especialistas.

Continue a ler após a publicidade