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Covid-19 fez recuar a esperança de vida na União Europeia

HOUSTON, TX - NOVEMBER 26: (EDITORIAL USE ONLY) Dr. Joseph Varon hugs and comforts a patient in the COVID-19 intensive care unit (ICU) during Thanksgiving at the United Memorial Medical Center on November 26, 2020 in Houston, Texas. According to reports, Texas has reached over 1,220,000 cases, including over 21,500 deaths. (Photo by Go Nakamura/Getty Images)
16 Março 2023
Forever Young

Ora veja os dados.

A esperança de vida à nascença na União Europeia (UE) recuou novamente em 2021, para os 80,1 anos, estimando o Eurostat que ainda por causa do súbito aumento da mortalidade provocado pela pandemia da covid-19, avança a Lusa.

De acordo com o serviço estatístico da UE, a esperança de vida tinha diminuído 0,9 anos de 2019 para 2020, para os 80,4, e recuou novamente em 2021 0,3 anos, para os 80,1 anos.

O Eurostat aponta a causa destes recuos consecutivos à súbita subida da mortalidade causada pela pandemia da covid-19.

A quebra registada não chegou, no entanto, a inverter a tendência de aumento da esperança de vida: Desde 2002, primeiro ano em que há dados disponíveis para todos os 27 Estados-membros, o indicador subiu 2,5 anos, dos 77,6 para os 80,1.

Entre os Estados-membros, as maiores esperanças de vida à nascença em 2021 foram registadas em Espanha (83,3 anos), na Suécia (83,1 anos), no Luxemburgo e em Itália (82,7 cada), enquanto a Bulgária (71,4), a Roménia (72,8) e a Letónia (73,1 anos) foram os países no extremo oposto.

Em Portugal, a esperança de vida foi, em 2021, de 81,5 anos, que se compara com a de 81,1 de 2020 e a de 81,9 de 2019.

Segundo os dados mais recentes da Organização Mundial de Saúde, até 15 de março, a pandemia – declarada em 11 de março de 2020 – tinha já causado 6.874.585 mortes em todo o mundo, em 760.897.555 casos da doença causada pelo vírus SARS-CoV-2, identificado na China em dezembro de 2019.