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Estão as relações monogâmicas destinadas a fracassar? Eis 3 factos científicos que prometem fazê-lo pensar

Será que estamos a forçar algo que simplesmente não é natural?

24 Junho 2020
Forever Young

É certo que existem inúmeras razões e motivações românticas que ajudam a explicar o fenómeno da monogamia. Para a maioria, a ideia de estar numa relação amorosa e sexual com apenas um parceiro é algo absolutamente inquestionável.

Estar numa relação monogâmica é saber que temos um sistema de apoio e suporte que nos irá proteger. Termos alguém sempre do nosso lado que nos irá ouvir, compreender e defender. Alguém com quem passar o tempo e partilhar experiências.

[Leia também: 5 comportamentos que deve (mesmo) evitar nas suas relações pessoais]

Esta pode ser uma fonte de enorme conforto e felicidade. A definição convencional de casamento entre duas pessoas parece continuar a fazer sentido para a grande maioria dos casais.

No entanto será que este “contrato” é algo natural? Será que a monogamia é algo realmente pensados à medida das necessidades dos homens e das mulheres?

Eis algumas interessantes explicações científicas que prometem colocar em causa algumas das suposições associadas ao ideal monogâmico.

 

  1. Com o passar do tempo homens e mulheres perdem interesse sexual

A ciência parece confirmar o quão difícil é para os seres humanos manter um desejo sexual intenso ao longo de uma relação.

De acordo com um estudo publicado em 2012, as mulheres tendem a passar rapidamente de um amor apaixonado para um amor de compaixão. A relação amorosa acaba por se transformar numa simples relação de amizade platônica. Também o desejo sexual dos homens parece ser extremamente afetado com o avançar de uma relação longo-prazo. O investigador Christopher Ryan explicou num artigo publicado no Psychology Today que a nossa espécie parece programa para ter vários parceiros sexuais e que a falta de novidade tende a retirar o entusiasmo à prática sexual.

  1. A monogamia enfraquece o melhor período sexual das mulheres

É provável que já tenha ouvido dizer que os homens tendem a atingir o seu “pico” sexual mais cedo que as mulheres. Estudos apontam para que os homens atinjam esse período de maior performance e satisfação sexual quando estão na “casa” dos 20. Já as mulheres parecem atingir o seu “pico” entre os 30 e 40 anos.

De resto as mulheres que se encontram em relacionamentos sérios durante o seu período sexual ótimo reportam um desejo sexual mais baixo, tal como reporta o The Cut. Ao invés de estarem a ter melhor atividade sexual das suas vidas, estão antes frequentemente “presas” numa relação monogâmica que não as satisfaz.

  1. O desejo de traição

De acordo com os dados da National Science Foundation, apenas cerca de 3-5% de todos os mamíferos são monógamos. Dois animais escolherem mutuamente manter relações sexuais apenas um com o outro durante toda a sua vida é uma situação incrivelmente excecional e que nos leva a pensar o quão pouco “natural” é esta característica das nossas sociedades modernas.

Estudos apontam para o facto de a monogamia sexual humana estar dependente de certas hormonas e recetores libertados pelo cérebro. Estes recetores variam de pessoa para pessoa, sendo que alguns indivíduos podem ter assim uma maior predisposição para comportamentos poliamorosos do que outros.

 

[Leia também: Casamento infeliz? Estas 5 razões explicam porque é tão difícil abandonar este tipo relações]

 

 

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