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Pode a quarentena estar a fazer-nos mal? Eis 5 exemplos que provam que sim

O isolamento social está a afetar a nossa saúde. Desde um maior consumo de álcool até um maior sedentarismo, conheça aqui os piores exemplos.

22 Abril 2020
Forever Young

Estar “preso” em casa não é propriamente algo que nos faça bem. Se por um lado a ideia de podermos trabalhar em casa e gerir melhor os nossos próprios horários nos pareceu inicialmente algo positivo, a verdade é que ansiedade e o stress associados a esta quarentena têm “pesado” no nosso bem-estar.

Para além da componente mental, o isolamento social determina que temos que passar os nossos dias dentro de casa. Os ginásios estão fechados, o frigorifico está sempre perto e acabamos por passar grande parte do nosso tempo sentados. É assim natural que comece, por exemplo, a sentir que está a ganhar algum peso extra.

[Leia também: Vida pós-quarentena? 5 coisas que demonstram como tudo será diferente]

Mas exatamente quão má pode ser esta experiência de quarentena para o nosso organismo? Conheça as conclusões dos especialistas e perceba como estas simples ações podem estar a prejudicar o seu bem-estar.

 

  1. Mais tempo a ver televisão

Esta poderia ser uma oportunidade de dedicarmos mais tempo a certos projetos pessoais ou atividades relevantes para o nosso futuro. No entanto o mais provável é que aproveitemos este tempo extra passado em casa para vermos mais séries e filmes na televisão. Estamos assim mais tempo sentados do que nunca, colocando em risco a nossa saúde e condição física.

  1. Mais tempo nas redes sociais

Atualmente conhecemos já de uma forma bastante clara de que forma as redes sociais conseguem afetar negativamente a nossa vida, e sobretudo a nossa mente. De acordo com um estudo publicado em 2018 no Journal of Social and Clinical Psychology, os indivíduos que passam menos tempo nas aplicações sociais demonstram ter um risco substancialmente menor de desenvolverem sintomas depressivos, quando comparado com aquelas pessoas que usam estes serviços sem restrições de horas. Infelizmente a quarentena levou muitas pessoas a passar mais tempo nas “redes” e as projeções indicam que esse hábito poderá continuar mesmo depois desta crise passar.

  1. Mais tempo sozinhos

Sendo certo que é importante sabermos estar sozinhos, sem nos sentirmos miseráveis, a verdade é que os seres humanos são inerentemente criaturas sociais. Para muitas pessoas que vivem sozinhas, a quarentena quebrou a oportunidade de convivermos com outras pessoas. Este isolamento forçado pode ser assim bastante negativo para a nossa saúde mental. A comunicação com outras pessoas é um processo fundamental que nos ajuda a lidar melhor com ansiedade. É algo terapêutico que todos necessitamos para viver uma vida saudável e gratificante.

  1. Maior consumo de álcool

De acordo com dados da Global Web Index, 10% dos participantes que responderam ao inquérito que está a avaliar o sentimento dos consumidores durante a pandemia, afirmam que passaram a comprar mais álcool desde que a quarentena começou. Um consumo excessivo de álcool pode ter, como sabemos, impactos sérios no nosso organismo. A saúde oral pode ser uma das mais prejudicadas por este hábito. Boca seca, degradação dos dentes e alguns tipos de cancros orais estão associados a um maior consumo de álcool.

  1. Dificuldade a adormecer

Passar demasiado tempo dentro de casa pode afetar o nosso sono. Um estudo de 2013, publicado no Current Biology, descobriu que existe uma forte correlação entre a falta de exposição à luz natural e uma disrupção do ritmo cardíaco. Isto é algo que está igualmente associado a problemas mais graves de saúde, tais como a depressão ou a obesidade.

A dificuldade de manter um horário mais “formal” de trabalho e lazer pode também afetar as nossas noites de sono. Por outro lado, a falta de motivação e ansiedade pode dificultar que nos levantemos cedo da cama.

 

[Leia também: Covid-19: Seis dicas para lidar com o stress]

 

 

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