Este transtorno mental caracteriza-se por comportamentos agressivos e descontrolados ou violência exacerbada às situações.
Os especialistas explicam que o TEI manifesta-se por reações desproporcionais a situações quotidianas, como perder as chaves ou ficar parado no trânsito. Essas reações podem incluir ataques de raiva, taquicardia, sudorese, pupilas dilatadas e impulsos agressivos, tanto físicos como verbais.
Em média, os episódios duram cerca de 30 minutos e, em muitos casos, os gatilhos não são facilmente identificáveis, o que dificulta a compreensão e o controle da pessoa afetada. Muitas vezes, o indivíduo afetado pode sentir-se envergonhado, depressivo ou angustiado após a crise.
Com uma prevalência maior entre homens, o TEI pode ter início na infância ou adolescência e persistir até a fase adulta. Além dos sintomas físicos e emocionais, as consequências do transtorno refletem-se em diversas áreas da vida e podem prejudicar a qualidade de vida e as interações sociais.
A pessoa tem uma maior tendência a envolver-se em situações que levam a complicações sob o ponto de vista legal e até mesmo à prisão