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Teleterapia: conheça 5 vantagens (essenciais) deste tipo de sessões

Nem todo o tempo passado em frente de um ecrã tem que ser prejudicial para a sua saúde e bem-estar.

1 Outubro 2024
Sandra M. Pinto

Os seres humanos são criaturas sociais. Todos necessitamos de um contacto frequente com outras pessoas para garantir que nos sentimos bem. O confinamento “forçado” pela pandemia obrigou-nos assim a um complicado ajuste. Subitamente deixámos de poder ter contacto com amigos, colegas, familiares, etc.

Este recomendado distanciamento social, associado a toda a crise económica e sanitária gerada pelo coronavírus, provocou uma enorme “onda” de ansiedade e stress que tem tido consequências severas para o bem-estar emocional de muitos portugueses.

 

Mais do que nunca, neste momento, torna-se importante procurar encontrar formas positivas de proteger a nossa saúde mental. A teleterapia surgiu nestes últimos meses como uma solução alternativa às sessões de psicoterapia presencial. Sendo certo que a ausência do contacto face-a-face pode dificultar a relação com o terapeuta, esta solução virtual – realizada através de Zoom ou Skype, por exemplo – apresenta também um conjunto de vantagens únicas que devem ser consideradas.

 

Redução do risco (desnecessário) de contágio

A primeira vantagem é também a mais óbvia. O facto de não ter que se encontrar presencialmente com o seu terapeuta num consultório diminui drasticamente qualquer tipo de risco de contágio que possa existir. Dada a severidade e rapidez de propagação deste coronavírus – mesmo junto de casos assintomáticos -, é sem dúvida determinante reduzir as possibilidades de contacto físico com outras pessoas.

Não existirá nada mais tragicamente irónico do que morrer por culpa deste vírus letal apenas por estar a procurar cuidar da sua saúde mental e comportamental. Esta solução remota e virtual é assim particularmente relevante neste momento atual em que o vírus ainda representa uma ameaça.

Poupa tempo e algum stress

O facto de não ter que se deslocar de carro ou transportes públicos até ao consultório do seu psicólogo é uma enorme vantagem. Para além de deixar de ter que estar potencialmente 1 ou 2 horas no trânsito, a verdade é que deixa de sentir também o stress e irritação muitas vezes associado a estas deslocações.

Poupança financeira e ambiental

No mesmo sentido, dado que não irá ser necessário conduzir tanto, o mais certo é que acabe por poupar dinheiro no final do mês através da redução do uso de gasolina ou gasóleo. Para além desta importante questão financeira, a redução deste tipo de despesa e das emissões de CO2 associadas irá igualmente determinar que acaba por fazer uma escolha mais ambientalmente responsável.

Maior flexibilidade de horários e marcações

Para muitos, encontrar “espaço” no calendário semanal para uma sessão de psicoterapia é um verdadeiro desafio. Felizmente a teleterapia permite, devido à sua própria natureza virtual, uma maior flexibilidade de horários relativo às marcações. Uma marcação à hora de almoço torna-se, por exemplo, bastante mais viável dado que deixa de ser necessária uma deslocação presencial.

Pode ter uma consulta com um especialista que viva mais longe, inclusive em outro país

Dentro da “esfera” da prática da psicoterapia clínica é bastante usual que sempre que um determinado terapeuta receba um pedido de alguém que resida numa outra região ou localidade longínqua, possa existir uma recomendação de um colega mais próximo, que permita um agendamento mais conveniente. Atualmente, a teleterapia permite que um paciente possa iniciar um tratamento com um qualquer especialista que deseje, independentemente da região em que se encontre.

Maior facilidade em envolver outros elementos familiares, assim como o próprio ambiente habitacional

Por vezes pode ser relevante assegurar a presença de um familiar ou cônjuge numa determinada sessão de psicoterapia. Mais do que nunca esse processo é agora simplificado. Dado que o paciente habitualmente estará em casa ao longo da sua sessão de teleterapia é natural que possa existir “espaço” para incluir a participação também de um outro familiar.

De resto o facto de o terapeuta poder mais facilmente compreender e visualizar o ambiente familiar e habitacional pode servir como informação relevante para complementar o processo de tratamento.

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