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Afinal o que aprendeu sobre si durante a quarentena?

Apesar de todas as suas contrariedades, esta foi uma oportunidade única de auto-reflexão.

21 Julho 2020
Forever Young

Os meses mais intensos e alargados de confinamento foram difíceis de gerir para quase toda a gente. Impedidos de estar com as pessoas que mais gostamos – com a nossa família e amigos – fomos obrigados a encontrar formas alternativas de manter o contacto.

Para muitos este ficou marcado como um período de maior isolamento e reclusão. Sendo certo que isto é algo que pode contribuir negativamente para o nosso estado emocional, a verdade é que pode também representar uma rara oportunidade. Estar sozinho durante mais tempo permite-nos ter tempo para avaliar melhor a nossa vida, considerar quem somos, quais os nossos objetivos, ambições, etc.

[Leia também: Covid-19. 4 hábitos que deve continuar a cumprir durante o desconfinamento]

Durante a quarentena descobrimos melhor quem somos e o que queremos. Muitas vezes esses dois elementos nem sempre estão tão alinhados como desejaríamos. Este fenómeno da pandemia pode assim funcionar como uma motivação para melhorarmos certos aspetos da nossa existência.

De acordo com a Psychology Today estes são os 4 aspetos que marcaram mais o nosso período de reflexão durante a quarentena.

 

  1. Personalidade

O facto de passarmos mais tempo sozinhos obriga-nos a conviver connosco próprios de uma forma bem mais intensa. Não temos outras distrações, não temos outros grupos de amigos que ajudam a condicionar a nossa forma de ser. Durante a quarentena descobrimos um pouco melhor quem realmente somos. Como lidamos com o medo, como cuidamos das outras pessoas, como trabalhamos de uma forma mais independente à distância, etc.

Um exercício interessante é criar uma lista onde escreve uma série de frases que comecem com as palavras “Eu sou alguém que…”. Este tipo lista vai clarificar exatamente alguns traços de personalidade, sintetizando tudo aquilo que aprendeu sobre si durante estes últimos meses.

  1. O nosso bem-estar

Todos somos diferentes. Não existe uma única receita que nos ensina a sentir melhor. Alguns de nós são mais introvertidos e outros mais extrovertidos. É essencial perceber estas diferenças para compreender quais as coisas que realmente contribuem para o seu bem-estar. Alguns adoram conversar e conviver com outras pessoas, mesmo que não as conheçam bem. Já outros preferem ter um pouco de tempo só para si e não ser tão estimulados.

Deverá ser capaz de olhar para estes últimos meses e perceber exatamente quais foram as atividades que lhe trouxeram um melhor bem-estar, assim como as que o fizeram sentir pior ou mais ansioso. Será fundamental que mesmo agora, após o confinamento, procure privilegiar ao máximo as atividades que contribuem mais para o seu equilíbrio emocional e reduzir todas as experiências que possam estar a ter um impacto negativo no seu estado mental. Aprenda a cuidar melhor de si.

  1. Paciência e compreensão

Durante este período difícil o nosso instinto de sobrevivência é ativado e nem sempre isso se reflete da melhor forma. Esta experiência coletiva obrigou-nos a fortalecer a nossa empatia em relação a muita coisa. Ficámos em casa para proteger os outros, independentemente de quem sejam. Usamos máscara pela exata mesma razão. Sentimos uma enorme gratidão pelos profissionais de saúde que têm sido verdadeiros heróis.

Tudo isto um dia vai melhorar, é certo. Nem sempre teremos que conviver com este vírus, mas até lá teremos que ter a paciência e compreensão necessárias para nos ajudar ao longo do processo. Estas são duas qualidades que irão sempre enriquecer a nossa existência.

  1. Resiliência

Apesar de todas as dificuldades a verdade é que este período de confinamento nos provou que somos todos mais resilientes do que pensamos. Independentemente das adversidades associadas a uma qualquer situação, parecemos ser sempre capazes de “dar a volta”. É importante continuarmo-nos a lembrar deste facto ao longo de toda a nossa vida.

Para este efeito é essencial que sejamos sempre capazes de nos lembrar das coisas boas. Estarmos presentes o suficiente para nos sentirmos gratos pelas “pequenas” coisas que contribuem para o nosso bem-estar. Saúde, família, etc. Foque-se no potencial, evite o negativismo e mantenha sempre a esperança.

 

[Leia também: 5 dicas essenciais para se tornar numa pessoa mais resiliente]

 

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