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Como seremos daqui a 1 milhão de anos? Inteligência artificial cria imagem inquietante do ser humano

17 Junho 2025
Forever Young

Já alguma vez se questionou sobre como poderá ser o aspeto físico dos seres humanos no futuro longínquo? Uma nova projeção criada com recurso à inteligência artificial oferece uma resposta… e não é propriamente reconfortante.

A imagem, desenvolvida pelo sistema de IA ChatGPT, apresenta uma versão especulativa de como poderemos parecer daqui a um milhão de anos — e o resultado está a dar que falar. Com traços ampliados, olhos desproporcionais e uma aparência quase alienígena, o retrato propõe uma combinação de biologia evolutiva, avanços tecnológicos e mudanças ambientais.

Segundo a própria IA, a imagem é “um exercício de pensamento”, criado com base em teorias científicas atuais e tendências futuras, num cruzamento entre ficção científica e dados reais.

Uma das previsões mais marcantes é o aumento do volume craniano, sinal de um possível desenvolvimento contínuo do cérebro humano. A IA justifica esta alteração com o facto de a resolução de problemas complexos, auxiliada por tecnologias como a própria inteligência artificial, poder continuar a estimular a evolução cerebral.

Como seremos daqui a 1 milhão de anos? Inteligência artificial cria imagem inquietante do ser humano

Em contrapartida, os rostos e maxilares tenderão a diminuir de tamanho, acompanhando a transformação dos nossos hábitos alimentares, cada vez mais baseados em alimentos processados, que exigem menos esforço de mastigação — uma tendência que já se observa atualmente.

Os olhos são outro ponto de destaque na projeção. De acordo com o modelo gerado, os humanos do futuro poderão ter olhos significativamente maiores, uma adaptação a ambientes com pouca luz, como habitações interiores ou colónias espaciais.

Com a automação a substituir grande parte das tarefas físicas, é possível que os corpos humanos se tornem mais esguios e energeticamente eficientes, com menos massa muscular e uma constituição física mais delicada.

A perda de cabelo generalizada é outra característica possível, atribuída ao uso contínuo de tecnologias de controlo climático e às preferências estéticas em constante mudança. A modificação genética, cada vez mais acessível, também poderá permitir ajustes estéticos ou funcionais, conduzindo a aparências mais uniformes ou “idealizadas”.

A cor da pele poderá tornar-se mais homogénea, à medida que a globalização e os ambientes controlados artificialmente esbatem as variações regionais. O mesmo poderá acontecer com o formato do nariz ou do pescoço, influenciados por mudanças no clima e nos ambientes habitacionais.

Apesar das teorias curiosas, a própria IA admite que tudo isto depende de um detalhe essencial: a sobrevivência da espécie humana. Num cenário onde robôs descontrolados, alterações climáticas extremas, asteroides ou outras ameaças acabem por nos ultrapassar, esta evolução poderá nunca concretizar-se.

Ainda assim, estas projeções funcionam como um alerta e um convite à reflexão: quem queremos ser e como queremos viver no futuro? A resposta pode estar, em parte, nas escolhas que fazemos hoje.

Como seremos daqui a 1 milhão de anos? Inteligência artificial cria imagem inquietante do ser humano

 

 

Image Credit: ChatGPT