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«História de Portugal de Cor e Salteada» pela mão de Maria João Lopo de Carvalho

«História de Portugal de Cor e Salteada» pela mão de Maria João Lopo de Carvalho
Sandra M. Pinto

Um livro cheio de humor

A LeYa/Lua de Papel publica, na próxima terça-feira, História de Portugal de Cor e Salteada, de Maria João Lopo de Carvalho. O novo livro da conhecida autora de Marquesa de Alorna será apresentado por Miguel Guilherme no dia 26 de setembro, pelas 18h30, no El Corte Inglés de Lisboa.

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Autora de uma vasta obra que já vendeu mais de 100 mil exemplares e da qual se destacam os grandes romances histórico, Maria João Lopo de «História de Portugal de Cor e Salteada» pela mão de Maria João Lopo de CarvalhoCarvalho surpreende ao brindar-nos agora com os acontecimentos-chave que fizeram de Portugal o país com as fronteiras mais antigas da Europa.

Maria João Lopo d21e Carvalho passa célere da pré-história aos fenícios, destes aos romanos, até chegar aos árabes. Leva-nos de caravela à descoberta do mundo, relembra Alcácer Quibir, narra o fim do império. Ela própria se junta à festa, e não poupa um ou outro açoite, sobretudo aos espanhóis. Quanto a nós, deixámo-nos de pancadarias e, como até na Revolução dos Cravos se viu, tornámo-nos portugueses mais ou menos suaves.

Versão plena de humor e ironia, mas rigorosa também, História de Portugal de Cor e Salteada não perde tempo com datas maçudas ou dinastias completas. Da antiguidade aos nossos dias só com as partes sumarentas, fica-nos o crème de la crème, estrangeirismo que nos deixaram os franceses, mas aqui regado com picante nacional, herdeiro talvez das expedições à Índia.

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Maria João Lopo de Carvalho licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa. Foi professora de Português e de Inglês, criou a primeira escola de Inglês para os mais novos e trabalhou como copywriter em publicidade. Passou ainda pelas áreas de Educação e Cultura na Câmara Municipal de Lisboa. Tem mais de setenta títulos editados, entre romances, livros de crónicas, manuais escolares – com a chancela do Instituto Camões – e livros infanto-juvenis, a maior parte deles no Plano Nacional de Leitura. É presença regular na comunicação social e percorre todos os anos as escolas do Norte ao Sul do país, incentivando o gosto pela leitura a crianças e adolescentes. Escreveu cinco romances históricos: Marquesa de Alorna (2011), que está atualmente a ser desenvolvido para televisão, Padeira de Aljubarrota (2013), Até que o Amor me Mate (2016), O Fado da Severa (2018) e O Bisavô (2020).